Autarquia orienta que segurados salvem os novos contatos específicos para benefícios/serviços, cadastro/recadastramento e serviço social
A GuarujáPrev, autarquia responsável pelo regime de previdência social dos servidores públicos municipais de Guarujá, está descentralizando o atendimento aos seus segurados, com o objetivo de dinamizar o serviço e agilizar as principais solicitações. Para isso, recomenda que os servidores, aposentados e pensionistas salvem em seus contatos os novos números de atendimento para cada situação.
O número (13) 3343-9050, já conhecido pelos segurados, agora é destinado a benefícios e serviços, como requerimento de aposentadoria, abono de permanência, pensão por morte, emissão de Certidão de Tempo de Contribuição (CTC), Averbação de CTC, solicitação de esclarecimentos/pedido de informações diversas, contracheque, Informe de Rendimentos, comunicação de óbito.
O número (13) 3343-9051 será específico para cadastro e recadastramento, incluindo os serviços: cadastro de novos servidores (FCI), recadastramento e prova de vida, prova de vida realizado por meio do app gov.br, recadastramento especial (autorização de desconto na ocasião da prova de vida).
O contato (13) 3343-9054 será relacionado ao Serviço Social, para informações sobre aposentadoria por invalidez, Isenção de imposto de renda, avaliação de grau de deficiência, aposentadoria do servidor com deficiência, Informações de perícia médica e prova de vida para aposentados ou pensionistas com impedimento.
Para facilitar a distinção de cada número por parte dos segurados, os contatos terão cores específicas nos seus ícones de identificação no WhatsApp. “Agora nossos segurados terão um atendimento específico, de acordo com suas demandas. Assim, esperamos agilizar as principais solicitações, mobilizando equipes para cada contato e melhorando a experiência dos servidores, aposentados e pensionistas”, explica o diretor presidente da GuarujáPrev, Edler Antonio da Silva.

27 fev 2026
Fevereiro Roxo e Laranja reforça a importância do diagnóstico precoce, do acolhimento e da proteção social
Campanha mobilizou ações de conscientização sobre Alzheimer, fibromialgia, lúpus e leucemia, destacando impactos na qualidade de vida e na organização familiar e previdenciária

Ao longo do mês, a campanha Fevereiro Roxo e Laranja ampliou o debate público sobre doenças crônicas e hematológicas que afetam milhões de brasileiros, reforçando a importância do diagnóstico precoce, do tratamento contínuo e do combate ao estigma. A mobilização reuniu iniciativas de informação e sensibilização sobre Alzheimer, fibromialgia e lúpus, simbolizados pelo roxo, e sobre a leucemia, representada pela cor laranja, chamando atenção para sinais de alerta, redes de cuidado e políticas de proteção social.
No campo neurológico, o Alzheimer permanece como uma das principais causas de dependência funcional na velhice. Dados de entidades médicas e organismos internacionais indicam crescimento acelerado do número de casos em razão do envelhecimento populacional. A progressão da doença exige reorganização familiar, suporte psicossocial e planejamento de longo prazo, uma vez que a perda de autonomia impacta diretamente a renda, a capacidade laboral e a dinâmica de cuidados dentro dos lares.
Já no caso da fibromialgia e do lúpus, o desafio envolve tanto o controle clínico quanto o reconhecimento social das limitações impostas por condições muitas vezes invisibilizadas. A dor crônica, a fadiga intensa e as alterações cognitivas associadas à fibromialgia, bem como as manifestações sistêmicas do lúpus, podem comprometer a permanência no trabalho e a qualidade de vida. Avanços normativos recentes têm buscado ampliar o reconhecimento dessas condições no campo dos direitos da pessoa com deficiência, sempre condicionados à avaliação biopsicossocial multiprofissional, conforme parâmetros da legislação inclusiva.
No eixo oncológico, a leucemia segue demandando atenção especial das políticas públicas de saúde. O diagnóstico precoce amplia significativamente as chances de sucesso terapêutico, sobretudo diante da evolução dos tratamentos hematológicos. Para o médico Drauzio Varella, oncologista e divulgador científico, campanhas de conscientização cumprem papel decisivo na redução da mortalidade, pois “informação de qualidade leva as pessoas a procurar atendimento mais cedo, e isso salva vidas”.
Além dos aspectos clínicos, a campanha também evidenciou dimensões sociais frequentemente menos debatidas. Doenças crônicas e degenerativas podem alterar trajetórias profissionais, antecipar afastamentos e exigir reorganização financeira das famílias. Nesse contexto, mecanismos de proteção social, como benefícios previdenciários, aposentadorias específicas, auxílios por incapacidade e pensões, tornam-se instrumentos fundamentais de garantia de dignidade, continuidade de renda e estabilidade familiar.
Especialistas em envelhecimento ressaltam que o cuidado integral precisa ir além do tratamento médico. Envolve acesso à informação, suporte emocional, redes comunitárias e planejamento de vida. A integração entre saúde e proteção social permite que o enfrentamento da doença ocorra com menor vulnerabilidade econômica e maior segurança para pacientes e familiares.
Ao encerrar o Fevereiro Roxo e Laranja, a principal mensagem reforçada pela campanha é a de que informação, acolhimento e prevenção caminham juntos. Falar sobre essas condições é ampliar diagnósticos precoces, combater preconceitos e fortalecer políticas públicas capazes de assegurar não apenas tratamento, mas também proteção social e envelhecimento com dignidade.
Encontro debateu governança, investimentos, certificação institucional e planejamento atuarial do regime próprio
A GuarujáPrev, autarquia responsável pela previdência social dos servidores públicos municipais de Guarujá, realizou no dia 9 de fevereiro a 2ª Reunião Ordinária de 2026 do Conselho de Administração. O encontro ocorreu na Sala de Reuniões “Luís Fernando Scalzitti Fioretti”, na sede da autarquia, reunindo conselheiros representantes dos servidores ativos, inativos e da Administração Municipal, além de dirigentes e técnicos convidados.
A abertura dos trabalhos foi precedida pela verificação de quórum regimental e comunicações iniciais da Mesa Diretora. Entre os informes, destacou-se a realização, no período da manhã, de reunião conjunta dos órgãos de governança da Autarquia, que abordou temas como alterações no Manual do Pró-Gestão, planejamento de congressos, certificação profissional no âmbito dos RPPS, integralidade e paridade de benefícios, além do planejamento atuarial e diretrizes de atendimento aos segurados.
Um dos pontos de maior relevância institucional discutidos na fase de expediente foi a atualização das regras do Programa Pró-Gestão. As mudanças podem impactar diretamente a manutenção do nível IV de certificação da Autarquia, especialmente diante da nova exigência de experiência profissional mínima individual de quatro anos para dirigentes. A Presidência falou da necessidade de articulação com o Governo Municipal ao longo do primeiro semestre, com vistas à adoção de medidas que assegurem a continuidade do enquadramento no mais alto nível de certificação.
Na Ordem do Dia, o Comitê de Investimentos apresentou o resultado da carteira referente ao 4º trimestre de 2025. A exposição técnica destacou a superação da meta atuarial projetada para o exercício, evidenciando desempenho positivo das aplicações. Na sequência, foram prestados esclarecimentos sobre os impactos da nova Resolução do Conselho Monetário Nacional na Política de Investimentos de 2026, com foco na adequação estratégica e na segurança dos ativos previdenciários.
O colegiado também analisou o Relatório Mensal de Atividades do Conselho Fiscal e a ata relativa ao Relatório de Governança Corporativa de dezembro de 2025, aprovados por unanimidade. Durante a discussão, conselheiros ressaltaram o esforço da Administração Municipal na regularidade dos repasses previdenciários ao longo de 2025, incluindo a quitação tempestiva de parcelamentos anteriores, medida considerada relevante para o equilíbrio financeiro do regime.
Outro item pautado tratou das avaliações atuariais destinadas à definição do plano de custeio do sistema previdenciário. Considerando a necessidade de aprofundamento técnico e discussão conjunta com o atuário responsável, o Conselho deliberou pelo sobrestamento do tema, que deverá retornar à pauta após reunião integrada entre os órgãos de governança.
Ao final, foram abordados assuntos gerais, entre eles reflexões sobre transparência institucional e uso responsável de informações públicas em redes sociais. Encerrados os trabalhos, ficou agendada a próxima reunião ordinária para o dia 6 de março de 2026, dando continuidade às agendas estratégicas de gestão, sustentabilidade atuarial e fortalecimento da governança previdenciária municipal.
Planejamento de vida, cuidado contínuo e educação previdenciária moldam trajetórias mais seguras no presente e no pós-trabalho
Cuidar da saúde não é apenas uma decisão individual de bem-estar imediato. É também uma escolha com impactos diretos no futuro social, econômico e previdenciário das pessoas. A prevenção de doenças, a adoção de hábitos saudáveis e o acompanhamento médico regular influenciam não só a qualidade de vida, mas a própria capacidade laboral, a estabilidade financeira e o momento de acesso à aposentadoria.
No campo da proteção social, especialistas apontam que a cultura do cuidado é um dos pilares do envelhecimento digno. Doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, hipertensão, cardiopatias e transtornos mentais, figuram entre as principais causas de afastamentos prolongados do trabalho e concessões de benefícios por incapacidade, produzindo efeitos que alcançam não apenas o indivíduo, mas toda a organização previdenciária familiar.
Prevenção como política de futuro
Estudos epidemiológicos do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde indicam que grande parte das doenças crônicas pode ser evitada ou ter seus efeitos significativamente reduzidos por meio de políticas preventivas e mudanças comportamentais. Alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, vacinação, acompanhamento clínico e atenção à saúde mental integram um conjunto de medidas capazes de ampliar a longevidade com autonomia.
No plano previdenciário, essa lógica se traduz em trajetórias contributivas mais estáveis, menor incidência de aposentadorias precoces por incapacidade e maior possibilidade de planejamento voluntário do momento de saída do trabalho. A prevenção, nesse sentido, deixa de ser apenas uma pauta sanitária e passa a ser também uma estratégia de sustentabilidade social.
Educação previdenciária e cultura do cuidado
A educação previdenciária tem papel central nesse processo ao ampliar a compreensão de que proteção social não começa na aposentadoria, mas ao longo de toda a vida laboral. Informar sobre direitos, deveres, riscos sociais e mecanismos de proteção permite que servidores e trabalhadores façam escolhas mais conscientes sobre saúde, carreira e futuro financeiro.
Ao integrar saúde e planejamento, a previdência reforça seu caráter pedagógico, estimulando a construção de uma cultura de cuidado que envolve não apenas o indivíduo, mas também sua família e rede de apoio. A prevenção, nesse contexto, funciona como ferramenta de autonomia e segurança social.
Impactos no pós-aposentadoria
Os efeitos das escolhas preventivas se tornam ainda mais visíveis após a aposentadoria. Servidores que chegam a essa etapa com melhor condição física e emocional tendem a manter maior participação social, independência funcional e qualidade de vida, reduzindo demandas por cuidados intensivos e fortalecendo vínculos comunitários.
Esse cenário dialoga com o direito ao envelhecimento digno, previsto no ordenamento jurídico brasileiro e em tratados internacionais de direitos humanos, ao reconhecer que saúde, proteção social e participação ativa são dimensões indissociáveis da cidadania na velhice.
Proteção social começa antes do benefício
Ao aproximar prevenção e previdência, consolida-se a compreensão de que o futuro não se constrói apenas com tempo de contribuição, mas também com condições reais de viver bem esse tempo. A cultura do cuidado, quando incorporada ao cotidiano, transforma-se em instrumento de justiça social, reduz desigualdades em saúde e fortalece a função protetiva dos regimes previdenciários.
Planejar o amanhã, portanto, passa necessariamente por cuidar do presente, uma equação em que saúde e proteção social caminham lado a lado na construção de trajetórias mais seguras e humanas.
23 fev 2026
Alcoolismo e saúde pública: prevenção é caminho para qualidade de vida e proteção social
O Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo, lembrado no último dia 18 de fevereiro, integra o calendário brasileiro de saúde como momento de conscientização sobre os riscos do consumo abusivo de álcool e a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do acesso ao tratamento. Considerado um problema de saúde pública, o alcoolismo — hoje classificado cientificamente como Transtorno por Uso de Álcool — afeta não apenas a saúde física e mental, mas também relações sociais, vínculos profissionais e a estabilidade econômica das famílias.
Dados recentes do Ministério da Saúde, com base em levantamentos como o Vigitel, indicam que o consumo abusivo de bebidas alcoólicas permanece elevado no país, especialmente entre adultos em idade produtiva. A Organização Mundial da Saúde (OMS) também aponta o álcool como fator de risco relevante para mais de 200 doenças e agravos, incluindo doenças hepáticas, cardiovasculares, transtornos mentais, cânceres e acidentes.
O psiquiatra Arthur Guerra de Andrade, referência nacional em dependência química e professor da Faculdade de Medicina da USP, destaca que o alcoolismo precisa ser compreendido como condição de saúde e não como falha moral. “O transtorno por uso de álcool é uma doença crônica, multifatorial, que envolve aspectos biológicos, psicológicos e sociais. O tratamento existe e quanto mais cedo ele começa, maiores são as chances de recuperação”, afirma o especialista.
Além dos impactos clínicos, o alcoolismo está associado a afastamentos laborais, perda de produtividade, acidentes de trabalho e incapacidades temporárias ou permanentes. Estudos epidemiológicos brasileiros indicam que o uso nocivo de álcool figura entre as causas indiretas relevantes de concessão de benefícios por incapacidade, seja por comorbidades psiquiátricas, seja por doenças orgânicas relacionadas ao consumo prolongado.
Repercussões sociais e familiares
O consumo abusivo também reorganiza a dinâmica familiar. Sobrecarga emocional, instabilidade financeira e necessidade de cuidados contínuos são fatores frequentemente observados em núcleos familiares que convivem com a dependência. Pesquisas em saúde mental apontam maior incidência de ansiedade, depressão e estresse entre familiares de pessoas com transtorno por uso de álcool, evidenciando que o cuidado precisa ser ampliado para além do indivíduo.
Essa dimensão coletiva do alcoolismo reforça a importância de políticas públicas de prevenção, acolhimento e reinserção social. A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), no âmbito do SUS, atua por meio de equipamentos como os Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD), que oferecem acompanhamento multiprofissional e estratégias de reabilitação psicossocial.
Saúde, trabalho e proteção previdenciária
Quando o alcoolismo repercute na capacidade laboral, seus efeitos alcançam também a esfera da proteção social. Afastamentos, licenças médicas e eventuais aposentadorias por incapacidade são situações que exigem avaliação técnica e acompanhamento institucional, sempre com foco na reabilitação e no cuidado integral do servidor ou segurado.
Para a Guarujá Previdência, autarquia responsável pela previdência social dos servidores públicos municipais de Guarujá, a conscientização sobre saúde mental e dependência química integra o campo mais amplo da educação previdenciária. Falar de prevenção significa também reduzir riscos futuros, preservar a capacidade laboral e fortalecer trajetórias profissionais mais saudáveis e sustentáveis.
Prevenção como política de vida
Especialistas são unânimes em apontar que informação qualificada é ferramenta central no enfrentamento ao alcoolismo. Estratégias como redução de danos, acompanhamento psicológico, grupos terapêuticos e apoio familiar apresentam resultados consistentes na literatura científica internacional.
O Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo, portanto, não se limita a uma data simbólica. Ele convida à reflexão sobre hábitos, redes de apoio e políticas de cuidado que impactam diretamente a saúde pública, o mundo do trabalho e a proteção social. Ao ampliar o debate, campanhas educativas contribuem para romper estigmas, estimular a busca por tratamento e promover uma cultura de cuidado contínuo ao longo da vida.

O mês de fevereiro é marcado por duas importantes campanhas de conscientização: o Fevereiro Laranja, que destaca a importância da prevenção e diagnóstico precoce da Leucemia, e o Fevereiro Roxo, que aborda o Alzheimer, o Lúpus e a Fibromialgia.
Ambas as campanhas reforçam a necessidade de atenção aos sinais do corpo e o incentivo à busca por orientação médica.
Leucemia e Fevereiro Laranja: informação salva vidas
Campanha nacional reforça a importância do diagnóstico precoce, da doação de medula óssea e do cuidado integral, com impactos que ultrapassam a saúde e alcançam a proteção social das famílias.
O mês de fevereiro também é marcado pela cor laranja, símbolo da conscientização sobre a leucemia — um tipo de câncer que afeta os tecidos formadores do sangue, especialmente a medula óssea, e que exige diagnóstico ágil e tratamento especializado. A campanha Fevereiro Laranja busca ampliar o acesso à informação, incentivar a doação de medula óssea e reduzir atrasos diagnósticos, fatores decisivos para o prognóstico e a sobrevida dos pacientes.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a leucemia figura entre os cânceres hematológicos mais incidentes no Brasil, com milhares de novos casos estimados anualmente. A doença pode se manifestar de forma aguda ou crônica e, em muitos casos, os primeiros sinais são inespecíficos: fadiga persistente, infecções frequentes, sangramentos, manchas roxas na pele ou perda de peso sem causa aparente. Esses sintomas, quando persistentes, exigem investigação médica imediata.
O hematologista e oncologista Dr. Drauzio Varella, em materiais educativos voltados ao público, destaca que a atenção aos sinais iniciais pode ser decisiva para o desfecho clínico. “A leucemia, especialmente nas formas agudas, evolui rapidamente. O diagnóstico precoce permite iniciar o tratamento em fases mais favoráveis e aumenta as chances de resposta terapêutica”, afirma o médico, em conteúdo de divulgação científica sobre cânceres do sangue.
O tratamento varia conforme o tipo da doença e pode envolver quimioterapia, terapias-alvo, imunoterapia e transplante de medula óssea. Nesse último caso, a compatibilidade genética entre doador e receptor é determinante, o que torna os registros de doadores voluntários essenciais. No Brasil, o cadastro é coordenado pelo Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME), que integra uma das maiores bases de doadores do mundo.
Proteção social e redes de cuidado
Além do impacto clínico, o diagnóstico de leucemia costuma reorganizar profundamente a vida familiar e laboral. Internações prolongadas, efeitos adversos do tratamento e necessidade de acompanhamento contínuo podem exigir afastamento do trabalho, reorganização da renda e redefinição de papéis familiares. É nesse ponto que a informação se conecta diretamente à proteção social.
Para a Guarujá Previdência, autarquia responsável pela previdência social dos servidores públicos municipais de Guarujá, campanhas como o Fevereiro Laranja reforçam a importância do cuidado integral — conceito que vai além do tratamento médico e inclui suporte familiar, orientação institucional e planejamento de vida. A proteção previdenciária, nesses contextos, cumpre função de amparo diante de vulnerabilidades transitórias ou permanentes decorrentes da doença.
O cuidado integral envolve também atenção à saúde mental de pacientes e cuidadores. Estudos em oncologia psicossocial indicam que o suporte emocional, a rede comunitária e o acompanhamento interdisciplinar contribuem para melhor adesão terapêutica e qualidade de vida durante o tratamento.
Informação como estratégia de vida
A campanha Fevereiro Laranja reforça uma mensagem central: informação qualificada pode salvar vidas. Reconhecer sintomas, buscar atendimento precoce e compreender a importância da doação de medula óssea são atitudes que ampliam as chances de tratamento bem-sucedido e fortalecem a solidariedade social.
FEVEREIRO ROXO: FIBROMIALGIA E LÚPUS PEDEM INFORMAÇÃO, ACOLHIMENTO E CUIDADO CONTÍNUO
Campanha chama atenção para doenças crônicas que podem afetar rotinas, vínculos de trabalho e o bem-estar na pós-aposentadoria — e reforça que diagnóstico e acompanhamento fazem diferença.
Fevereiro começa com duas cores que viram lembrete de saúde pública: o roxo, associado à conscientização sobre fibromialgia e lúpus (além de Alzheimer, em outras abordagens da campanha), e o laranja, que costuma concentrar alertas sobre leucemia. A proposta é simples e urgente: estimular informação qualificada, reduzir estigmas e incentivar o cuidado contínuo — especialmente em condições que não têm “cura rápida”, mas podem ter sintomas controlados e qualidade de vida preservada com diagnóstico, tratamento e rede de apoio.
Na fibromialgia, o desafio frequentemente começa antes mesmo do consultório: ainda há desconhecimento e desconfiança social sobre uma dor que é real, persistente e pode vir acompanhada de fadiga, alterações de sono, ansiedade e dificuldades cognitivas. O próprio Ministério da Saúde reúne orientações ao público e aponta estimativas amplamente usadas no país: a condição pode atingir cerca de 3% da população brasileira e tem maior prevalência em mulheres. Também por isso, informação e acolhimento não são “detalhes”: são parte da resposta coletiva para reduzir atrasos diagnósticos e orientar caminhos de cuidado.
No lúpus, a atenção precisa ser igualmente contínua e interdisciplinar. O Ministério da Saúde descreve o lúpus como doença autoimune inflamatória que pode afetar diferentes órgãos e tecidos, com quadros variáveis e potencial gravidade quando não tratado adequadamente. Já a Sociedade Brasileira de Reumatologia estima que o lúpus afete centenas de milhares de pessoas no Brasil e reforça a importância do diagnóstico precoce para melhor resposta clínica.
Quando a lei entra na conversa: fibromialgia pode configurar deficiência, mas não é automático
Um ponto importante — e que exige precisão para não gerar expectativa indevida — é a mudança normativa de 2025. A Lei nº 15.176/2025 passou a reconhecer que a fibromialgia e condições correlatas podem configurar deficiência a depender do caso, desde que haja avaliação biopsicossocial por equipe multiprofissional e interdisciplinar, nos critérios do Estatuto da Pessoa com Deficiência. Ou seja: o diagnóstico médico, sozinho, não “transforma” automaticamente a pessoa em PCD para efeitos legais; o reconhecimento depende da avaliação técnica que considera impedimentos, fatores socioambientais e restrições de participação.
Essa discussão se conecta com outra base legal: a Lei nº 14.705/2023, que estabelece diretrizes para o atendimento no SUS às pessoas com fibromialgia (e síndromes correlatas), reforçando a lógica do cuidado integral e multiprofissional como política pública. Em termos práticos, a mensagem institucional é direta: buscar acompanhamento regular, registrar evolução dos sintomas e manter documentação clínica organizada é parte do autocuidado e também ajuda em eventuais necessidades administrativas futuras.
Uma questão previdenciária: saúde como condição de permanência laboral e bem-estar na pós-aposentadoria
Para a Guarujá Previdência, campanhas como o Fevereiro Roxo dialogam com um ponto central da proteção social: a saúde sustenta a trajetória de trabalho e influencia a qualidade da aposentadoria. Dor crônica, fadiga, flutuações de sintomas e períodos de crise podem impactar produtividade, frequência e o próprio planejamento de vida — e, em casos mais graves, reorganizar a dinâmica de cuidado familiar. Por isso, educação em saúde e orientação preventiva não são “assuntos paralelos”: elas contribuem para decisões mais informadas ao longo da vida funcional e também no pós-aposentadoria.
No dia a dia, isso significa estimular que servidores e familiares procurem assistência qualificada diante de sinais persistentes (dor difusa por meses, cansaço incapacitante, alterações de sono, sintomas emocionais associados; ou, no lúpus, sintomas sistêmicos e manifestações cutâneas e articulares recorrentes). Também significa combater o estigma: minimizar sintomas ou atribuí-los a “fraqueza” atrasa diagnóstico, amplia sofrimento e piora desfechos — e é justamente esse ciclo que campanhas públicas tentam interromper.
Fevereiro Roxo é, portanto, um convite a duas atitudes que caminham juntas: informar (com fontes confiáveis, sem sensacionalismo) e acolher (sem julgamento, com escuta e encaminhamento). Em saúde crônica, a diferença costuma estar menos em soluções imediatas e mais na continuidade: acompanhamento, adesão ao tratamento, rede de apoio e proteção contra isolamento.
Se você é servidor(a) municipal e percebe sinais persistentes, a orientação é buscar atendimento na rede de saúde, seguir o plano terapêutico e registrar o histórico clínico. A Guarujá Previdência reforça que cuidar da saúde ao longo da vida é também cuidar do futuro — porque envelhecer com dignidade passa, necessariamente, por acesso a informação, cuidado e proteção social.

Data global de conscientização reforça a importância da prevenção, da detecção precoce e do cuidado integral, com foco nos efeitos para a vida funcional e a proteção social dos servidores públicos.
O Dia Mundial do Câncer, celebrado todos os anos em 4 de fevereiro, é uma iniciativa global promovida pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS) e observada por governos, organizações de saúde e sociedade civil em dezenas de países. A data foi estabelecida no ano 2000 como parte da Carta de Paris Contra o Câncer, com o objetivo de ampliar a conscientização sobre essa doença complexa, incentivar ações preventivas, estimular o diagnóstico precoce e promover cuidados e tratamentos mais eficazes.
O câncer não é uma única doença, mas um conjunto de mais de cem condições caracterizadas pelo crescimento desordenado de células que podem invadir tecidos e se espalhar para outras partes do corpo. A doença representa uma das principais causas de morbidade e mortalidade no mundo e constitui um desafio permanente para os sistemas de saúde, que incluem esforços de prevenção, controle, tratamento e suporte psicossocial às pessoas acometidas e suas famílias.
Na perspectiva global, estudos recentes apontam que o câncer continua a crescer em magnitude: milhões de novos casos são diagnosticados a cada ano e a projeção é de aumento substancial nos próximos anos devido ao envelhecimento da população e à combinação de fatores de risco ambientais e comportamentais, como tabagismo, consumo de álcool, obesidade, alimentação inadequada e exposição a poluentes. No Brasil, estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA) indicam milhares de novos casos anualmente, com os tipos mais incidentes sendo os de pele (não melanoma), mama, próstata, cólon e reto, pulmão e estômago, reforçando a necessidade da conscientização continuada.
A prevenção e o diagnóstico precoce são pilares centrais do combate ao câncer. Várias campanhas de saúde pública e especialistas em oncologia destacam que muitos tipos de câncer têm maior probabilidade de cura quando detectados nas fases iniciais, em grande parte graças aos programas de rastreamento e às tecnologias de imagem e biologia molecular que avançam continuamente. A adoção de hábitos de vida saudáveis, o acesso a exames periódicos e a educação em saúde são, por isso, estratégias fundamentais para reduzir o impacto da doença sobre populações e famílias.
Impactos previdenciários e proteção social
Além das implicações diretas para a saúde, o câncer tem efeitos profundos sobre a vida funcional e a trajetória contributiva de trabalhadores e servidores públicos. O diagnóstico de câncer pode levar a afastamentos temporários ou prolongados do trabalho, influenciar regimes de incapacidade e demandar reorganizações no planejamento de carreira e aposentadoria. Do ponto de vista previdenciário, casos de incapacidade que persistem podem dar acesso a benefícios contributivos de incapacidade temporária ou permanente, conforme as regras do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) e da legislação federal aplicável, bem como influenciar o cálculo de tempo de contribuição e regimes de aposentadoria especial em situações elegíveis. Esses aspectos tornam a informação sobre prevenção, diagnóstico e acompanhamento clínico ainda mais relevante para a proteção social de segurados e suas famílias.
Para os servidores públicos de Guarujá, isso significa que o enfrentamento da doença não se restringe ao cuidado clínico, mas integra uma dimensão maior de proteção social, que envolve desde o acesso a cuidados de saúde adequados até estratégias de adaptação funcional e previdenciária em coordenação com a Guarujá Previdência. Informar e educar sobre os riscos, sinais de alerta e caminhos de apoio contribui para que servidores e familiares possam tomar decisões mais conscientes, reduzindo inseguranças e fortalecendo a trajetória de vida profissional e pessoal.
Educação e mobilização social
O Dia Mundial do Câncer é também uma ocasião para reforçar a mobilização social e institucional em torno da educação em saúde, erradicação de mitos, promoção de ambientes de cuidado e fomento à solidariedade com pessoas afetadas pela doença. Ao divulgar conhecimentos baseados em evidências, estimular a participação em programas de rastreamento e apoiar políticas públicas integradas de prevenção e tratamento, governos, instituições de saúde e sociedade ampliam a capacidade de resposta à doença e reduzem desigualdades no acesso a diagnósticos e terapias.
A Guarujá Previdência, como autarquia responsável pela previdência social dos servidores públicos municipais de Guarujá, reforça seu compromisso com a promoção de informações qualificadas em saúde e proteção social. Ao considerar o impacto que o câncer pode ter na vida laboral, nas trajetórias contributivas e na proteção familiar, a instituição destaca a importância de políticas de educação e prevenção, alinhadas aos princípios constitucionais de dignidade humana, igualdade e segurança social.
Nesta data, a reflexão coletiva sobre câncer, prevenção e cuidado integral reafirma que a proteção social e a saúde pública são dimensões que caminham juntas, orientadas pela responsabilidade individual e pelo compromisso coletivo de promover vidas mais longas, saudáveis e com mais qualidade.
Representantes da autarquia participam de palestras, treinamentos e qualificações no evento promovido em Recife/PE pela Associação Brasileira de Instituições de Previdência Estaduais e Municipais – ABIPEM

Uma comitiva da GuarujáPrev, autarquia responsável pela previdência social dos servidores públicos municipais de Guarujá, participa nesta semana do 13º Congresso Brasileiro de Conselheiros de RPPS, realizado pela Associação Brasileira de Instituições de Previdência Estaduais e Municipais (ABIPEM) em Recife/PE. O evento tem uma ampla agenda técnica de painéis e palestras, focadas nas principais áreas de atuação dos conselheiros de um Regime Próprio de Previdência.
Entre os assuntos abordados com profundidade, temas como Atuária para Conselheiros, Desafios da Governança e sustentabilidade dos RPPS, déficit técnico, financiamento, controle de risco em investimentos, entre outros.
O diretor presidente da GuarujáPrev, Edler Antonio da Silva, destaca que o evento da ABIPEM, por ser focado na atividade diária dos conselheiros, é fundamental para a atualização e qualificação técnica do RPPS. “São três dias de muito estudo e intercâmbio, em que participamos de oficinas e treinamentos com os maiores nomes do setor previdenciário. Felizmente temos sido muito procurados por colegas de outras autarquias do Brasil, que querem conhecer pessoalmente o trabalho da GuarujáPrev, cada vez mais uma referência nacional dentre os regimes próprios e um motivo de orgulho de todos que fazemos parte dessa conquista”, afirmou.
Autarquia obteve notas “A” em 7 de 9 indicadores do ISP, confirmando bons resultados da gestão e planejamento do RPPS de Guarujá

O Ministério da Previdência Social (MPS) divulgou na última semana os resultados do Indicador de Situação Previdenciária (ISP) de 2025. A GuarujáPrev, autarquia responsável pela previdência social dos servidores públicos municipais de Guarujá, melhorou suas notas em comparação ao ano anterior, apresentando notas “A” em sete de nove indicadores do índice, atestando a boa gestão previdenciária do RPPS.
O Índice de Situação Previdenciária dos Regimes Próprios de Previdência Social é aferido anualmente segundo conceitos, critérios de composição, metodologia de cálculo e periodicidade estabelecidos pela Secretaria de Previdência do MPS, de acordo com informações relativas ao ano-base encaminhadas pelos entes federativos ao Sistema de Informações dos Regimes Próprios de Previdência Social (Cadprev) e Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (SICONFI). Atualmente, está formatado em nove indicadores, distribuídos em três classes: a) Gestão e transparência; b) Situação financeira; e c) Situação Atuarial.
Os regimes próprios são segregados em grupos, conforme seu porte, calculado pelas quantidades de segurados e beneficiários do RPPS, e subgrupos, de forma a refletir o grau de maturidade da sua massa.
A GuarujáPrev obteve o conceito “A”, o maior possível, nos itens Regularidade, Envio de Informações, Gestão, Suficiência Financeira, Acumulação de Recursos, Resultado Financeiro da Medida de Equacionamento de Déficit Atuarial e Cobertura Previdenciária. Na dimensão financeira e atuarial, apesar das notas “A” nos quatro últimos itens, obteve duas notas “C”, nos indicadores “Reforma RPPS e Vigência RPC” e “Sustentabilidade das provisões em relação à RCL”.
Nas classificações de Gestão e Transparência, Finanças e Liquidez, a GuarujáPrev obteve o conceito “A”. O ISP final da autarquia ficou com a avaliação “B”.
“O resultado é bastante positivo, indicando que estamos no caminho certo, garantindo a confiança e solidez do nosso RPPS. Temos segregação de massas que garante cobertura atuarial, superávit no plano capitalizado (previdenciário) e estamos trabalhando em conjunto com o Município para concretizar a sustentabilidade financeira garantida pela nossa Receita Corrente Líquida no plano de repartição (financeiro) para o longo prazo de 75 anos, por meio de ativos garantidores. Terminamos o ano com mais boas notícias atestando que a GuarujáPrev é referência nacional em gestão previdenciária”, afirma o diretor presidente da autarquia, Edler Antonio da Silva.
Todos os dados sobre o ISP 2025 podem ser conferidos no site do MPS: https://www.gov.br/previdencia/pt-br/assuntos/rpps/indice-de-situacao-previdenciaria.
08 dez 2025
Gestão da GuarujáPrev viabiliza renovação do Certificado de Regularidade Previdenciária para o Município
RPPS municipal completa 13 anos de renovação do CRP ininterruptas, possibilitando a continuidade de repasses federais, empréstimos e convênios para Guarujá

A Secretaria de Regime Próprio e Complementar (SRPC), órgão do Ministério da Previdência Social do Governo Federal, emitiu nesta segunda-feira (8/12) a renovação do Certificado de Regularidade Previdenciária (CRP) para o município de Guarujá. O documento atesta que a Cidade cumpre os critérios e exigências estabelecidos na Lei Federal nº 9.717/1998 e segue as normas de boa gestão dos recursos previdenciários.
A GuarujáPrev é a autarquia responsável pelo Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) dos servidores públicos municipais e desde sua implantação, em 2013, tem garantido de forma ininterrupta a regularidade da certidão para a cidade. O documento é emitido a cada seis meses, e o atual tem validade até 6 de junho de 2026.
O documento é fundamental para que a Administração Municipal possa receber repasses federais, convênios e empréstimos. Para emitir o CRP, a SRPC analisa dezenas de critérios, abrangendo itens como a análise da legislação, auditoria do RPPS, equilíbrio financeiro e atuarial, informações contábeis, previdenciárias e de repasses, investimentos dos recursos previdenciários, instituição do regime de previdência complementar e operacionalização da compensação previdenciária. Com o certificado atualizado, o órgão federal atesta que Guarujá e seu Regime Próprio seguem normas de boa gestão capazes de assegurar o pagamento dos benefícios previdenciários aos seus segurados.
“Sempre é uma conquista importante a renovação do CRP, atestando que o nosso RPPS gere corretamente os recursos previdenciários, viabilizando para nossa cidade a continuidade de seus grandes projetos que contam com financiamento federal. Parabéns a todos os servidores, gestores e conselheiros, e à Administração Municipal, na figura do prefeito Farid Madi, pelo trabalho conjunto que viabilizou mais essa boa notícia para Guarujá”, diz o diretor presidente da GuarujáPrev, Edler Antonio da Silva.
O mais recente Certificado de Regularidade Previdenciária de Guarujá pode ser acessado no link https://bit.ly/crpguarujadez25

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