Autarquia orienta que segurados salvem os novos contatos específicos para benefícios/serviços, cadastro/recadastramento e serviço social
A GuarujáPrev, autarquia responsável pelo regime de previdência social dos servidores públicos municipais de Guarujá, está descentralizando o atendimento aos seus segurados, com o objetivo de dinamizar o serviço e agilizar as principais solicitações. Para isso, recomenda que os servidores, aposentados e pensionistas salvem em seus contatos os novos números de atendimento para cada situação.
O número (13) 3343-9050, já conhecido pelos segurados, agora é destinado a benefícios e serviços, como requerimento de aposentadoria, abono de permanência, pensão por morte, emissão de Certidão de Tempo de Contribuição (CTC), Averbação de CTC, solicitação de esclarecimentos/pedido de informações diversas, contracheque, Informe de Rendimentos, comunicação de óbito.
O número (13) 3343-9051 será específico para cadastro e recadastramento, incluindo os serviços: cadastro de novos servidores (FCI), recadastramento e prova de vida, prova de vida realizado por meio do app gov.br, recadastramento especial (autorização de desconto na ocasião da prova de vida).
O contato (13) 3343-9054 será relacionado ao Serviço Social, para informações sobre aposentadoria por invalidez, Isenção de imposto de renda, avaliação de grau de deficiência, aposentadoria do servidor com deficiência, Informações de perícia médica e prova de vida para aposentados ou pensionistas com impedimento.
Para facilitar a distinção de cada número por parte dos segurados, os contatos terão cores específicas nos seus ícones de identificação no WhatsApp. “Agora nossos segurados terão um atendimento específico, de acordo com suas demandas. Assim, esperamos agilizar as principais solicitações, mobilizando equipes para cada contato e melhorando a experiência dos servidores, aposentados e pensionistas”, explica o diretor presidente da GuarujáPrev, Edler Antonio da Silva.

27 fev 2026
Fevereiro Roxo e Laranja reforça a importância do diagnóstico precoce, do acolhimento e da proteção social
Campanha mobilizou ações de conscientização sobre Alzheimer, fibromialgia, lúpus e leucemia, destacando impactos na qualidade de vida e na organização familiar e previdenciária

Ao longo do mês, a campanha Fevereiro Roxo e Laranja ampliou o debate público sobre doenças crônicas e hematológicas que afetam milhões de brasileiros, reforçando a importância do diagnóstico precoce, do tratamento contínuo e do combate ao estigma. A mobilização reuniu iniciativas de informação e sensibilização sobre Alzheimer, fibromialgia e lúpus, simbolizados pelo roxo, e sobre a leucemia, representada pela cor laranja, chamando atenção para sinais de alerta, redes de cuidado e políticas de proteção social.
No campo neurológico, o Alzheimer permanece como uma das principais causas de dependência funcional na velhice. Dados de entidades médicas e organismos internacionais indicam crescimento acelerado do número de casos em razão do envelhecimento populacional. A progressão da doença exige reorganização familiar, suporte psicossocial e planejamento de longo prazo, uma vez que a perda de autonomia impacta diretamente a renda, a capacidade laboral e a dinâmica de cuidados dentro dos lares.
Já no caso da fibromialgia e do lúpus, o desafio envolve tanto o controle clínico quanto o reconhecimento social das limitações impostas por condições muitas vezes invisibilizadas. A dor crônica, a fadiga intensa e as alterações cognitivas associadas à fibromialgia, bem como as manifestações sistêmicas do lúpus, podem comprometer a permanência no trabalho e a qualidade de vida. Avanços normativos recentes têm buscado ampliar o reconhecimento dessas condições no campo dos direitos da pessoa com deficiência, sempre condicionados à avaliação biopsicossocial multiprofissional, conforme parâmetros da legislação inclusiva.
No eixo oncológico, a leucemia segue demandando atenção especial das políticas públicas de saúde. O diagnóstico precoce amplia significativamente as chances de sucesso terapêutico, sobretudo diante da evolução dos tratamentos hematológicos. Para o médico Drauzio Varella, oncologista e divulgador científico, campanhas de conscientização cumprem papel decisivo na redução da mortalidade, pois “informação de qualidade leva as pessoas a procurar atendimento mais cedo, e isso salva vidas”.
Além dos aspectos clínicos, a campanha também evidenciou dimensões sociais frequentemente menos debatidas. Doenças crônicas e degenerativas podem alterar trajetórias profissionais, antecipar afastamentos e exigir reorganização financeira das famílias. Nesse contexto, mecanismos de proteção social, como benefícios previdenciários, aposentadorias específicas, auxílios por incapacidade e pensões, tornam-se instrumentos fundamentais de garantia de dignidade, continuidade de renda e estabilidade familiar.
Especialistas em envelhecimento ressaltam que o cuidado integral precisa ir além do tratamento médico. Envolve acesso à informação, suporte emocional, redes comunitárias e planejamento de vida. A integração entre saúde e proteção social permite que o enfrentamento da doença ocorra com menor vulnerabilidade econômica e maior segurança para pacientes e familiares.
Ao encerrar o Fevereiro Roxo e Laranja, a principal mensagem reforçada pela campanha é a de que informação, acolhimento e prevenção caminham juntos. Falar sobre essas condições é ampliar diagnósticos precoces, combater preconceitos e fortalecer políticas públicas capazes de assegurar não apenas tratamento, mas também proteção social e envelhecimento com dignidade.
Planejamento de vida, cuidado contínuo e educação previdenciária moldam trajetórias mais seguras no presente e no pós-trabalho
Cuidar da saúde não é apenas uma decisão individual de bem-estar imediato. É também uma escolha com impactos diretos no futuro social, econômico e previdenciário das pessoas. A prevenção de doenças, a adoção de hábitos saudáveis e o acompanhamento médico regular influenciam não só a qualidade de vida, mas a própria capacidade laboral, a estabilidade financeira e o momento de acesso à aposentadoria.
No campo da proteção social, especialistas apontam que a cultura do cuidado é um dos pilares do envelhecimento digno. Doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, hipertensão, cardiopatias e transtornos mentais, figuram entre as principais causas de afastamentos prolongados do trabalho e concessões de benefícios por incapacidade, produzindo efeitos que alcançam não apenas o indivíduo, mas toda a organização previdenciária familiar.
Prevenção como política de futuro
Estudos epidemiológicos do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde indicam que grande parte das doenças crônicas pode ser evitada ou ter seus efeitos significativamente reduzidos por meio de políticas preventivas e mudanças comportamentais. Alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, vacinação, acompanhamento clínico e atenção à saúde mental integram um conjunto de medidas capazes de ampliar a longevidade com autonomia.
No plano previdenciário, essa lógica se traduz em trajetórias contributivas mais estáveis, menor incidência de aposentadorias precoces por incapacidade e maior possibilidade de planejamento voluntário do momento de saída do trabalho. A prevenção, nesse sentido, deixa de ser apenas uma pauta sanitária e passa a ser também uma estratégia de sustentabilidade social.
Educação previdenciária e cultura do cuidado
A educação previdenciária tem papel central nesse processo ao ampliar a compreensão de que proteção social não começa na aposentadoria, mas ao longo de toda a vida laboral. Informar sobre direitos, deveres, riscos sociais e mecanismos de proteção permite que servidores e trabalhadores façam escolhas mais conscientes sobre saúde, carreira e futuro financeiro.
Ao integrar saúde e planejamento, a previdência reforça seu caráter pedagógico, estimulando a construção de uma cultura de cuidado que envolve não apenas o indivíduo, mas também sua família e rede de apoio. A prevenção, nesse contexto, funciona como ferramenta de autonomia e segurança social.
Impactos no pós-aposentadoria
Os efeitos das escolhas preventivas se tornam ainda mais visíveis após a aposentadoria. Servidores que chegam a essa etapa com melhor condição física e emocional tendem a manter maior participação social, independência funcional e qualidade de vida, reduzindo demandas por cuidados intensivos e fortalecendo vínculos comunitários.
Esse cenário dialoga com o direito ao envelhecimento digno, previsto no ordenamento jurídico brasileiro e em tratados internacionais de direitos humanos, ao reconhecer que saúde, proteção social e participação ativa são dimensões indissociáveis da cidadania na velhice.
Proteção social começa antes do benefício
Ao aproximar prevenção e previdência, consolida-se a compreensão de que o futuro não se constrói apenas com tempo de contribuição, mas também com condições reais de viver bem esse tempo. A cultura do cuidado, quando incorporada ao cotidiano, transforma-se em instrumento de justiça social, reduz desigualdades em saúde e fortalece a função protetiva dos regimes previdenciários.
Planejar o amanhã, portanto, passa necessariamente por cuidar do presente, uma equação em que saúde e proteção social caminham lado a lado na construção de trajetórias mais seguras e humanas.
23 fev 2026
Alcoolismo e saúde pública: prevenção é caminho para qualidade de vida e proteção social
O Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo, lembrado no último dia 18 de fevereiro, integra o calendário brasileiro de saúde como momento de conscientização sobre os riscos do consumo abusivo de álcool e a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do acesso ao tratamento. Considerado um problema de saúde pública, o alcoolismo — hoje classificado cientificamente como Transtorno por Uso de Álcool — afeta não apenas a saúde física e mental, mas também relações sociais, vínculos profissionais e a estabilidade econômica das famílias.
Dados recentes do Ministério da Saúde, com base em levantamentos como o Vigitel, indicam que o consumo abusivo de bebidas alcoólicas permanece elevado no país, especialmente entre adultos em idade produtiva. A Organização Mundial da Saúde (OMS) também aponta o álcool como fator de risco relevante para mais de 200 doenças e agravos, incluindo doenças hepáticas, cardiovasculares, transtornos mentais, cânceres e acidentes.
O psiquiatra Arthur Guerra de Andrade, referência nacional em dependência química e professor da Faculdade de Medicina da USP, destaca que o alcoolismo precisa ser compreendido como condição de saúde e não como falha moral. “O transtorno por uso de álcool é uma doença crônica, multifatorial, que envolve aspectos biológicos, psicológicos e sociais. O tratamento existe e quanto mais cedo ele começa, maiores são as chances de recuperação”, afirma o especialista.
Além dos impactos clínicos, o alcoolismo está associado a afastamentos laborais, perda de produtividade, acidentes de trabalho e incapacidades temporárias ou permanentes. Estudos epidemiológicos brasileiros indicam que o uso nocivo de álcool figura entre as causas indiretas relevantes de concessão de benefícios por incapacidade, seja por comorbidades psiquiátricas, seja por doenças orgânicas relacionadas ao consumo prolongado.
Repercussões sociais e familiares
O consumo abusivo também reorganiza a dinâmica familiar. Sobrecarga emocional, instabilidade financeira e necessidade de cuidados contínuos são fatores frequentemente observados em núcleos familiares que convivem com a dependência. Pesquisas em saúde mental apontam maior incidência de ansiedade, depressão e estresse entre familiares de pessoas com transtorno por uso de álcool, evidenciando que o cuidado precisa ser ampliado para além do indivíduo.
Essa dimensão coletiva do alcoolismo reforça a importância de políticas públicas de prevenção, acolhimento e reinserção social. A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), no âmbito do SUS, atua por meio de equipamentos como os Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD), que oferecem acompanhamento multiprofissional e estratégias de reabilitação psicossocial.
Saúde, trabalho e proteção previdenciária
Quando o alcoolismo repercute na capacidade laboral, seus efeitos alcançam também a esfera da proteção social. Afastamentos, licenças médicas e eventuais aposentadorias por incapacidade são situações que exigem avaliação técnica e acompanhamento institucional, sempre com foco na reabilitação e no cuidado integral do servidor ou segurado.
Para a Guarujá Previdência, autarquia responsável pela previdência social dos servidores públicos municipais de Guarujá, a conscientização sobre saúde mental e dependência química integra o campo mais amplo da educação previdenciária. Falar de prevenção significa também reduzir riscos futuros, preservar a capacidade laboral e fortalecer trajetórias profissionais mais saudáveis e sustentáveis.
Prevenção como política de vida
Especialistas são unânimes em apontar que informação qualificada é ferramenta central no enfrentamento ao alcoolismo. Estratégias como redução de danos, acompanhamento psicológico, grupos terapêuticos e apoio familiar apresentam resultados consistentes na literatura científica internacional.
O Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo, portanto, não se limita a uma data simbólica. Ele convida à reflexão sobre hábitos, redes de apoio e políticas de cuidado que impactam diretamente a saúde pública, o mundo do trabalho e a proteção social. Ao ampliar o debate, campanhas educativas contribuem para romper estigmas, estimular a busca por tratamento e promover uma cultura de cuidado contínuo ao longo da vida.

Data global de conscientização reforça a importância da prevenção, da detecção precoce e do cuidado integral, com foco nos efeitos para a vida funcional e a proteção social dos servidores públicos.
O Dia Mundial do Câncer, celebrado todos os anos em 4 de fevereiro, é uma iniciativa global promovida pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS) e observada por governos, organizações de saúde e sociedade civil em dezenas de países. A data foi estabelecida no ano 2000 como parte da Carta de Paris Contra o Câncer, com o objetivo de ampliar a conscientização sobre essa doença complexa, incentivar ações preventivas, estimular o diagnóstico precoce e promover cuidados e tratamentos mais eficazes.
O câncer não é uma única doença, mas um conjunto de mais de cem condições caracterizadas pelo crescimento desordenado de células que podem invadir tecidos e se espalhar para outras partes do corpo. A doença representa uma das principais causas de morbidade e mortalidade no mundo e constitui um desafio permanente para os sistemas de saúde, que incluem esforços de prevenção, controle, tratamento e suporte psicossocial às pessoas acometidas e suas famílias.
Na perspectiva global, estudos recentes apontam que o câncer continua a crescer em magnitude: milhões de novos casos são diagnosticados a cada ano e a projeção é de aumento substancial nos próximos anos devido ao envelhecimento da população e à combinação de fatores de risco ambientais e comportamentais, como tabagismo, consumo de álcool, obesidade, alimentação inadequada e exposição a poluentes. No Brasil, estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA) indicam milhares de novos casos anualmente, com os tipos mais incidentes sendo os de pele (não melanoma), mama, próstata, cólon e reto, pulmão e estômago, reforçando a necessidade da conscientização continuada.
A prevenção e o diagnóstico precoce são pilares centrais do combate ao câncer. Várias campanhas de saúde pública e especialistas em oncologia destacam que muitos tipos de câncer têm maior probabilidade de cura quando detectados nas fases iniciais, em grande parte graças aos programas de rastreamento e às tecnologias de imagem e biologia molecular que avançam continuamente. A adoção de hábitos de vida saudáveis, o acesso a exames periódicos e a educação em saúde são, por isso, estratégias fundamentais para reduzir o impacto da doença sobre populações e famílias.
Impactos previdenciários e proteção social
Além das implicações diretas para a saúde, o câncer tem efeitos profundos sobre a vida funcional e a trajetória contributiva de trabalhadores e servidores públicos. O diagnóstico de câncer pode levar a afastamentos temporários ou prolongados do trabalho, influenciar regimes de incapacidade e demandar reorganizações no planejamento de carreira e aposentadoria. Do ponto de vista previdenciário, casos de incapacidade que persistem podem dar acesso a benefícios contributivos de incapacidade temporária ou permanente, conforme as regras do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) e da legislação federal aplicável, bem como influenciar o cálculo de tempo de contribuição e regimes de aposentadoria especial em situações elegíveis. Esses aspectos tornam a informação sobre prevenção, diagnóstico e acompanhamento clínico ainda mais relevante para a proteção social de segurados e suas famílias.
Para os servidores públicos de Guarujá, isso significa que o enfrentamento da doença não se restringe ao cuidado clínico, mas integra uma dimensão maior de proteção social, que envolve desde o acesso a cuidados de saúde adequados até estratégias de adaptação funcional e previdenciária em coordenação com a Guarujá Previdência. Informar e educar sobre os riscos, sinais de alerta e caminhos de apoio contribui para que servidores e familiares possam tomar decisões mais conscientes, reduzindo inseguranças e fortalecendo a trajetória de vida profissional e pessoal.
Educação e mobilização social
O Dia Mundial do Câncer é também uma ocasião para reforçar a mobilização social e institucional em torno da educação em saúde, erradicação de mitos, promoção de ambientes de cuidado e fomento à solidariedade com pessoas afetadas pela doença. Ao divulgar conhecimentos baseados em evidências, estimular a participação em programas de rastreamento e apoiar políticas públicas integradas de prevenção e tratamento, governos, instituições de saúde e sociedade ampliam a capacidade de resposta à doença e reduzem desigualdades no acesso a diagnósticos e terapias.
A Guarujá Previdência, como autarquia responsável pela previdência social dos servidores públicos municipais de Guarujá, reforça seu compromisso com a promoção de informações qualificadas em saúde e proteção social. Ao considerar o impacto que o câncer pode ter na vida laboral, nas trajetórias contributivas e na proteção familiar, a instituição destaca a importância de políticas de educação e prevenção, alinhadas aos princípios constitucionais de dignidade humana, igualdade e segurança social.
Nesta data, a reflexão coletiva sobre câncer, prevenção e cuidado integral reafirma que a proteção social e a saúde pública são dimensões que caminham juntas, orientadas pela responsabilidade individual e pelo compromisso coletivo de promover vidas mais longas, saudáveis e com mais qualidade.
Representantes da autarquia participam de palestras, treinamentos e qualificações no evento promovido em Recife/PE pela Associação Brasileira de Instituições de Previdência Estaduais e Municipais – ABIPEM

Uma comitiva da GuarujáPrev, autarquia responsável pela previdência social dos servidores públicos municipais de Guarujá, participa nesta semana do 13º Congresso Brasileiro de Conselheiros de RPPS, realizado pela Associação Brasileira de Instituições de Previdência Estaduais e Municipais (ABIPEM) em Recife/PE. O evento tem uma ampla agenda técnica de painéis e palestras, focadas nas principais áreas de atuação dos conselheiros de um Regime Próprio de Previdência.
Entre os assuntos abordados com profundidade, temas como Atuária para Conselheiros, Desafios da Governança e sustentabilidade dos RPPS, déficit técnico, financiamento, controle de risco em investimentos, entre outros.
O diretor presidente da GuarujáPrev, Edler Antonio da Silva, destaca que o evento da ABIPEM, por ser focado na atividade diária dos conselheiros, é fundamental para a atualização e qualificação técnica do RPPS. “São três dias de muito estudo e intercâmbio, em que participamos de oficinas e treinamentos com os maiores nomes do setor previdenciário. Felizmente temos sido muito procurados por colegas de outras autarquias do Brasil, que querem conhecer pessoalmente o trabalho da GuarujáPrev, cada vez mais uma referência nacional dentre os regimes próprios e um motivo de orgulho de todos que fazemos parte dessa conquista”, afirmou.
Autarquia obteve notas “A” em 7 de 9 indicadores do ISP, confirmando bons resultados da gestão e planejamento do RPPS de Guarujá

O Ministério da Previdência Social (MPS) divulgou na última semana os resultados do Indicador de Situação Previdenciária (ISP) de 2025. A GuarujáPrev, autarquia responsável pela previdência social dos servidores públicos municipais de Guarujá, melhorou suas notas em comparação ao ano anterior, apresentando notas “A” em sete de nove indicadores do índice, atestando a boa gestão previdenciária do RPPS.
O Índice de Situação Previdenciária dos Regimes Próprios de Previdência Social é aferido anualmente segundo conceitos, critérios de composição, metodologia de cálculo e periodicidade estabelecidos pela Secretaria de Previdência do MPS, de acordo com informações relativas ao ano-base encaminhadas pelos entes federativos ao Sistema de Informações dos Regimes Próprios de Previdência Social (Cadprev) e Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (SICONFI). Atualmente, está formatado em nove indicadores, distribuídos em três classes: a) Gestão e transparência; b) Situação financeira; e c) Situação Atuarial.
Os regimes próprios são segregados em grupos, conforme seu porte, calculado pelas quantidades de segurados e beneficiários do RPPS, e subgrupos, de forma a refletir o grau de maturidade da sua massa.
A GuarujáPrev obteve o conceito “A”, o maior possível, nos itens Regularidade, Envio de Informações, Gestão, Suficiência Financeira, Acumulação de Recursos, Resultado Financeiro da Medida de Equacionamento de Déficit Atuarial e Cobertura Previdenciária. Na dimensão financeira e atuarial, apesar das notas “A” nos quatro últimos itens, obteve duas notas “C”, nos indicadores “Reforma RPPS e Vigência RPC” e “Sustentabilidade das provisões em relação à RCL”.
Nas classificações de Gestão e Transparência, Finanças e Liquidez, a GuarujáPrev obteve o conceito “A”. O ISP final da autarquia ficou com a avaliação “B”.
“O resultado é bastante positivo, indicando que estamos no caminho certo, garantindo a confiança e solidez do nosso RPPS. Temos segregação de massas que garante cobertura atuarial, superávit no plano capitalizado (previdenciário) e estamos trabalhando em conjunto com o Município para concretizar a sustentabilidade financeira garantida pela nossa Receita Corrente Líquida no plano de repartição (financeiro) para o longo prazo de 75 anos, por meio de ativos garantidores. Terminamos o ano com mais boas notícias atestando que a GuarujáPrev é referência nacional em gestão previdenciária”, afirma o diretor presidente da autarquia, Edler Antonio da Silva.
Todos os dados sobre o ISP 2025 podem ser conferidos no site do MPS: https://www.gov.br/previdencia/pt-br/assuntos/rpps/indice-de-situacao-previdenciaria.
08 dez 2025
Gestão da GuarujáPrev viabiliza renovação do Certificado de Regularidade Previdenciária para o Município
RPPS municipal completa 13 anos de renovação do CRP ininterruptas, possibilitando a continuidade de repasses federais, empréstimos e convênios para Guarujá

A Secretaria de Regime Próprio e Complementar (SRPC), órgão do Ministério da Previdência Social do Governo Federal, emitiu nesta segunda-feira (8/12) a renovação do Certificado de Regularidade Previdenciária (CRP) para o município de Guarujá. O documento atesta que a Cidade cumpre os critérios e exigências estabelecidos na Lei Federal nº 9.717/1998 e segue as normas de boa gestão dos recursos previdenciários.
A GuarujáPrev é a autarquia responsável pelo Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) dos servidores públicos municipais e desde sua implantação, em 2013, tem garantido de forma ininterrupta a regularidade da certidão para a cidade. O documento é emitido a cada seis meses, e o atual tem validade até 6 de junho de 2026.
O documento é fundamental para que a Administração Municipal possa receber repasses federais, convênios e empréstimos. Para emitir o CRP, a SRPC analisa dezenas de critérios, abrangendo itens como a análise da legislação, auditoria do RPPS, equilíbrio financeiro e atuarial, informações contábeis, previdenciárias e de repasses, investimentos dos recursos previdenciários, instituição do regime de previdência complementar e operacionalização da compensação previdenciária. Com o certificado atualizado, o órgão federal atesta que Guarujá e seu Regime Próprio seguem normas de boa gestão capazes de assegurar o pagamento dos benefícios previdenciários aos seus segurados.
“Sempre é uma conquista importante a renovação do CRP, atestando que o nosso RPPS gere corretamente os recursos previdenciários, viabilizando para nossa cidade a continuidade de seus grandes projetos que contam com financiamento federal. Parabéns a todos os servidores, gestores e conselheiros, e à Administração Municipal, na figura do prefeito Farid Madi, pelo trabalho conjunto que viabilizou mais essa boa notícia para Guarujá”, diz o diretor presidente da GuarujáPrev, Edler Antonio da Silva.
O mais recente Certificado de Regularidade Previdenciária de Guarujá pode ser acessado no link https://bit.ly/crpguarujadez25
A GuarujáPrev, autarquia responsável pela previdência social dos servidores públicos municipais de Guarujá, esclarece a seus segurados que NÃO possui investimentos alocados ou recursos geridos pelo Banco Master.
Todos os nossos investimentos e aplicações são definidos pelo Comitê de Investimentos da autarquia, que é composto por servidores qualificados em gestão financeira e análise de riscos, um dos fatores que faz da GuarujáPrev referência nacional no setor previdenciário.
Esse trabalho é o que garantiu a conquista e renovação do Nível IV de Pró-Gestão e mais de R$ 1,7 bilhão em caixa para o pagamento das aposentadorias e pensões nas próximas décadas.
Guarujá, 20 de novembro de 2025.
Uma comitiva da GuarujáPrev, autarquia responsável pela previdência social dos servidores públicos municipais de Guarujá, participa nesta semana do 24º Congresso Nacional de Previdências da Associação Nacional de Entidades de Previdência dos Estados e Municípios – ANEPREM, em Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul.
O evento termina nesta quinta-feira (19) e tem o objetivo de fortalecer o futuro da previdência no Brasil, promovendo o intercâmbio entre gestores do setor de RPPS, com uma ampla programação de cursos e oficinas técnicas.
A ANEPREM é uma entidade sem fins lucrativos que tem como objetivo ampliar, promover a interação, fortalecer e desenvolver a capacidade administrativa e técnica dos Regimes Próprios de Previdência Municipais e Estaduais em todo o País. A GuarujáPrev possui um assento no conselho da entidade, por meio de seu diretor presidente Edler Antonio da Silva, que também participa do encontro.
Boas Práticas – Na quarta-feira (18), a GuarujáPrev recebeu placa de reconhecimento pelas boas práticas previdenciárias. O RPPS ficou em 6º lugar dentre 16 participantes, empatada com o RPPS de Barueri. Foram analisados pelos jurados da premiação diversos itens que comprovassem as práticas constantes de transparência e ética, como realizações de audiências públicas, educação previdenciária constante, avaliação atuarial, entre outros.
A GuarujáPrev tem participado constantemente da premiação, obtendo reconhecimentos e premiações frequentes à sua excelência na gestão previdenciária.
“Estamos levando mais um troféu para Guarujá, algo que muito nos honra. Somos cada vez mais referência em todo o País em gestão previdenciária, resultado do trabalho de todos os nossos servidores, técnicos, conselheiros e gestores, com o apoio fundamental Prefeito Farid Madi e dos vereadores de Guarujá”, afirma Edler.

Comitiva da GuarujáPrev. Ao centro, o presidente da ANEPREM, Adilson Carlos. 

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